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Veja algumas das propostas apresentadas no debate


Segurança

Marcelo Crivella (PRB) discordou da declaração de Denise Frossard (PPS) de que o problema da Segurança Pública é que "meia dúzia de moleques colocam a sociedade de joelhos". "Esses meninos do narcovarejo são a ponta do iceberg. A gente devia agir contra os barões do tráfico, organizadores, financiadores e transportadores das drogas", disse o candidato do PRB.

Sérgio Cabral (PMDB) disse que segurança pública se faz com inteligência, integração e informação. Criticou o uso do Caveirão e propôs operações conjuntas com as Forças Armadas.

Habitação

Denise Frossard defendeu uma política de habitação planejada pelo governo do estado mas executada pelos municípios e anunciou a criação de uma Secretaria das Cidades. Eduardo Paes (PSDB) concordou sobre a importância de parcerias com as prefeituras.

Combate à informalidade

Crivella citou a diminuição da participação do Rio no PIB nacional e na produção industrial e disse que pretende aproveitar os megainvestimentos federais previstos para 2007 e melhoras as escolas técnicas. Também prometeu um ProUni para as escolas técnicaa, garantindo a matrícula de "jovens que não tem prespectiva de vida".

Paes ressaltou a necessidade de reduzir burocracia e a carga tributária que f"azem com que a micro e pequena empresa não se legalizem".

Sérgio Cabral prometeu valorizar as micro e pequenas empresa e prometeu redução de ICMS para esses empresários, estabelecendo a meta de criação de 700 mil novos empregos em quatro anos.

Serviço Público

Frossard prometeu tornar a máquina pública eficiente e motivada, recuperando a auto-estima dos sevidores, implementando um plano de cargo e salário para a catedoria.

Dívida Pública

Vladimir Palmeira disse que embora o governo do estado seja mau pagador, cobra a dívida ativa indevidamente e repassa recursos a ONGs de maneira irregular. Também prometeu renegociar a dívida do estado com a União. Para Frossard, a atitude de cancelar empenhos gera no fernecedor a incerteza do pagamento. "O que acotece na ponta é a insegurança e a corrupção", afirmou.

Política Social

Ao ser perguntado por Paes se pretende manter o Fundo de Pobreza, que aumenta a carga tributária, Cabral respondeu que o fundo "gera essa alta carga e não é o caminho". "Meu compromisso é manter os restaurantes populares, a Farmácia Popular... o Cheque Cidadão, que precisa ser ampliado, mas revisto no seu conceito", emedou. Ele não respondeu, porém, se continuará a remanejar recursos da Saúde para os programas assistenciais.

Transporte

Vladimir disse que a política de transportes depende da ajuda do governo federal. "Eu eleito vou rever contratos (na Baixada), vou botar uma linha pública, se for necessário, para garantir o serviço na Baixada Fluminense", acrescentou. Cabral prometeu modernizar os trens, combater as altas tarifas e fazer a conversão dos veículos para gás para reduzir tarifas.

Saneamento

Crivella criticou a politização da Cedae. "É necessário que o estado do Rio faça da Cedae um Petrobras da água, uma emrpesa de excelência. Os técnicos não podem ficar sujeitos a interferências políticas", disse ele, que prometeu levar rede de água e esgoto à Baixada Fluminense. Cabral prometeu sanear cidades no entorno da Baía de Guanabara.

Saúde

Vladimir disse que vai colocar o governo como articulador do SUS estadual. Coordenar o trabalho dos municípios fazendo com que haja racionalidade no uso dos recursos públicos e estimular a descentralização da saúde. "A rede de hospitais estaduais está desmantelada. Vou acabar com a partidarização do setor, nomear gestores. Vou aumentar o salário dos trabalhadores da saúde e estimular a participação deles na gestão", apontou.

Crivella concordou nas parcerias com governo federal. "O governo tem recursos, o que falta é vontade política", destacou.

Cultura

Para Paes, é preciso levar mais investimentos para áreas carentes, para disputar o jovem com o tráfico de drogas. Cabral falou da vocação cultural do estado e prometeu criar uma comissão para acompanhar a produção do cinema e teatro

Transparência das contas públicas

SegundoCrivella, a corrupção politica é a mãe de todas as corrupções. "O político precisa renunciar ao desejo de enriquecer. Não tenho visto isso", disse,

Denise expressou que as contas do governo do Rio são "completamente opacas". "Quando se descobre o que acontece, até o governador faz greve de fome. A população não tem acesso ao que é feito com dinheiro público", emendou.

Fonte: www.odia.com.br

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