Para
erguer o palco principal é preciso o suor
de 200 operários. O trabalho é pesado
e o tempo é curto. Tudo tem que estar pronto
até esta terça, já que o
dia 30 é de ensaio geral dos músicos.
Em
Copacabana serão quatro palcos. O principal
será em frente ao Copacabana Palace. Os
outros, na altura das ruas Santa Clara, Miguel
Lemos e da Avenida Princesa Isabel.
Esta
tarde, a prefeitura divulgou como vai ser a Operação
Réveillon. A promessa é de uma festa
mais organizada que nos anos anteriores.
O
comércio ambulante na orla vai ser reprimido.
A operação da Secretaria de Ordem
Pública começa às 7h da manhã
do dia 31 e segue até às 8h da noite
do dia primeiro de janeiro.
32
barreiras com guardas-municipais e agentes de
controle urbano vão impedir a chegada dos
vendedores até a praia.
“Não
será permitido, se não for para
uso pessoal, se for uma família pode ter
um isopor. Se for para comercializar, as barreiras
vão impedir, só para quem tem autorização”,
Luiz Medeiros, subsecretário de Ordem Pública.
1.300
homens estarão envolvidos no trabalho de
colocar ordem na praia. Garrafas e copos de vidro
devem ser evitados. E um aviso: fogos de artifício
serão apreendidos pelos fiscais.
Depois
que acabar a festa de 2 milhões de pessoas,
uma outra multidão vai entrar em ação.
Às seis horas da manhã do dia primeiro,
mais de mil garis começam a limpeza da
praia. Este exército ganhou reforço
já que a expectativa é de uma festa
maior que a do ano passado.
E o apelo é para evitar chuva de papel
picado.
O
réveillon deste ano promete surpresas no
céu: uma queima de fogos inovadora, com
trilha sonora especial e desenhos representando
os desejos para 2010.
E
o que se espera é que o espetáculo
na areia e na orla também seja inesquecível.
Atendimento
médico
A
prefeitura estima que dois milhões de pessoas
participem testa festa. A preocupação
é com os atendimentos a emergências.