Paes
assina acordo de R$ 7,6 bilhões para obras do projeto
Porto Maravilha
Redação SRZD
O
prefeito Eduardo Paes assinou nesta segunda-feira, no gabinete
do presidente Lula, o acordo com a Caixa Econômica
Federal que vai garantir recursos da ordem de R$7,6 bilhões
para as obras e serviços da segunda fase do projeto
Porto Maravilha, qua incluem a derrubada do Elevado da Perimetral.
Para simbolizar a demolição, o presidente
Lula derrubou com uma marreta a maquete do viaduto. As obras
da segunda etapa do projeto começam no primeiro semestre
de 2011.
Através
do acordo, o FGTS se compromete a garantir os R$7,6 bilhões
previstos para a recuperação da infraestrutura
e manutenção dos serviços públicos
da Região Portuária nos próximos 15
anos. Em troca, o fundo de investimentos do FGTS passa a
administrar a emissão de títulos (Cepacs)
que serão negociados no mercado e serão necessários
para qualquer um que deseje construir no Porto. Com o convênio
firmado hoje, o FGTS - através da Caixa - também
tem prioridade na compra dos terrenos da União que
existem na região. A primeira parcela de recursos
do FGTS alocados no Porto Maravilha é de cerca de
R$900 milhões e já estará disponível
no início de 2011.
"É
um conjunto de obras que o Rio espera há 40 anos,
pelo menos, e está sendo viabilizado pelo presidente
Lula. Uma parte já começou e hoje, quando
viemos a Brasília assinar o acordo com a Caixa para
a segunda fase, fizemos questão desse gesto simbólico
do presidente, que é quem está garantindo
todas as condições para a derrubada daquele
monstrengo que é a Perimetral. A demolição
do viaduto vai ser a última intervenção
até 2016 dentro do processo de requalificação
daquela área, coroando o renascimento do Porto do
Rio" afirmou o prefeito Eduardo Paes.
Consórcio
vai administrar serviços na região por 15
anos
As
obras da segunda etapa do Porto Maravilha serão realizadas
pelo consórcio Porto Novo, vencedor da licitação
da maior Parceria Público Privada do Brasil, que
também vai administrar os serviços na região
pelo prazo de 15 anos. O investimento nesta fase do projeto
será custeado pela venda dos Cepacs e imóveis
públicos. Entre os serviços que ficarão
sob responsabilidade do consórcio pelo período
estão a conservação e manutenção
de vias públicas e monumentos históricos,
iluminação pública, limpeza urbana
e coleta de lixo domiciliar.
Fonte:
www.sidneyrezende.com |