A PANACEIA ELEITORAL


Texto:
Reinaldo Cunha

As Eleições Municipais que se encerra o primeiro turno agora no dia 07 de outubro, para Prefeito e Vereadores, tem sido cômico se não trágica, tem freguês para todos os gostos. Na mitologia grega Panacéia (ou Panacea em latim) era a deusa da cura.

O termo Panacéia também é muito utilizado com o significado de Remédio para todos os males. Percebem os leitores que existe cura para tudo ou crença ou em nada. Pelos slogans, dos candidatos podemos perceber: “Já fiz e vou fazer muito mais”; “ neste você pode confiar”; nesse eu indico pode cobrar; “chegou a nossa vez é hora de mudar” e por ai vai.


No horário nobre das TVs, nos programas humorísticos eleitorais, vimos: “sou o Zé da Farmácia, pode confiar”, Sou Maria da Van, da padaria, da roupa, joalheira, cantina, creche, mel, posto, etc. Mas porque o candidato tenta passar na mensagem eleitoral ( exígua), alguma identidade local ou mesmo alguma relação com o trabalho.

Será que dessa forma ele vai conseguir voto? Falando das discrepâncias do tempo dos programas para os candidatos majoritários. Nota-se que quem tem um arco de alianças maior, bancadas no congresso nacional e coligados nas eleições municipais, tem maior chance de se eleger ou reeleger.


No caso das eleições para Prefeito do Município da Cidade do Rio de Janeiro, a diferença de tempo de um candidato para o outro, chega a 90% ou até 50% de todos os candidatos juntos. Será que os eleitores sabem por quê? Sem contar com a tecnologia empregada pelo Eduardo Paes, que brinca com o “facebook”, e as inovações tecnológicas, como: as obras da Perimetral, Porto Maravilha, Transcarioca, tudo na maior naturalidade.

Apesar de parecer fácil, barato o custo da “produção dos programas elaborados pelos candidatos e pelas agências de propaganda e marketing, é exatamente ao contrário, tudo é muito caro. Por traz das aparências, esconde verdadeiros marqueteiros, profissionais trabalhando vinte quatro horas, cujo objetivo no caso do Rio, é a reeleição do atual prefeito. Sem contar com pessoal da panfletagem, colagem de material e comitês.


Segundo a última pesquisa do Ibope, “encomendada pela TV Globo”, revela que o prefeito Eduardo Paes, candidato à reeleição pelo PMDB, mantém a preferência do eleitorado, com 57% das intenções de voto. Já o candidato Marcelo Freixo (PSOL) registrou ligeiro crescimento em relação à pesquisa anterior e passou dos 17% atuais para 18%.

Rodrigo Maia, candidato do DEM, despencou de 5% para 2% e agora aparece empatado com o candidato Otavio Leite, do PSDB, também com 2% das intenções de voto.


Aspásia Camargo, do PV, aparece com 1%, assim como o candidato do PSTU, Cyro Garcia. Os demais candidatos não pontuaram.

Segundo a mesma pesquisa: Em relação aos votos válidos, Eduardo Paes tem 70%, Marcelo Freixo tem 22%, Rodrigo Maia tem 3%, Otavio Leite também tem 3% e Aspásia Camargo e Cyro Garcia têm 1%. Logo, não vamos ter o segundo turno.


E no caso dos servidores municipais, muda alguma coisa? A falar pelo Ex. Secretário da Casa Civil o Deputado Federal Pedro Paulo, ''Promessa feita, é promessa cumprida". Segundo ele os Servidores Municipais terão na nova gestão com a reeleição de Eduardo Paes, novo Plano de Cargos e Salários e a Manutenção do Plano de Metas, como o décimo quarto e quinto salário, este último para educação.

Pedro Paulo assumiu compromisso de contemplar os 20% restantes de servidores que ainda não foram incluidos no Plano de Metas, a começar com a COMLURB. Outro compromisso assumido pelo ex. secretário da Casa Civil, foi ''corrigir distorções'' relativas ao desempenho de servidores que exercem as mesmas funções com salários diferenciados. E falou: ''pode cobrar'', promessa feita, promessa cumprida.

Quanto a esse último item, a ASFUNRIO, já recebeu de um grupo de Servidores da SMAS, documento que foi encaminhando ao SIMAS, e ao Deputado Pedro Paulo, com os esclarecimentos e as distorções do PNS. Outro ponto que levamos ao conhecimento do Pedro Paulo, e candidatos a Prefeito. É a luta dos Assistentes Sociais e Psicólogos e Enfermeiros, que reivindicam ás 30 horas. A lei das 30 horas já foi aprovada em Brasília, faltando apenas as Prefeituras se adptarem. No Rio de Janeiro, os movimentos de classes dos Assistêntes Sociais, Psicólogos e Enfermeiros, travam uma luta pela materialidade da lei. Nesta luta a ASFUNRIO apoia e cobra compromisso da nova ''gestão eleita''. Esperamos continuar contando com o apoio da Casa Civil e na recondução do Pedro Paulo, ''próximo Secretário da Casa Civil''. Acreditamos, como ele mesmo disse: ''Promessa feita, promessa cumprida''.

Nessa luta a ASFUNRIO acredita. Estamos juntos e acreditamos que serão implementadas com a vitoria da reeleição do Prefeito Eduardo Paes.

Clique aqui e veja o documento enviado ao Deputado Pedro Paulo

 

Texto: Reinaldo Cunha
Presidente da ASFUNRIO

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