.

INSTITUCIONAL
Nossa História
Utilidade Pública
Associe-se já!
Fale conosco
Departamento Jurídico
Parcerias
Previ-Rio
Força Ativa
Moções e Diplomas
Artigos do Presidente
Links especiais

.

EDITORIAS
Primeira
Especial
Política
Economia
Cidade
Esporte
Internacional
Saúde
Cultura
Televisão
Astral
Livros
Fique Atento Servidor
Notícias Anteriores

O JOGO DA SUCESSÃO PARAO GOVERNO DO RIO

O quadro político para eleger o governo estadual ainda está se formando, mas já mostra sinais de deficiência.

Entra e sai eleições e a situação para o eleitor é a mesma. Faltam opções no mercado de políticos. A cada ano, a cada fato novo veiculado na mídia - um desvio daqui, uma irregularidade dalí - deixa o eleitor mais confuso. Este ano, o cidadão carioca votará cinco vezes: para presidente, governador, senador e para deputados federal e estadual. Depois da crise ética do PT, duas palavras ganharão foco e força: ética e a moralidade.

Nada de promessas nos campos da segurança pública, da saúde, emprego e etc. O eleitor ficará atento às questões da ética e da moralidade.

No Rio, a situação político-eleitoral não está nada boa. E tende intensificar com a postura adotada pelo ex-governador Anthony Garotinho (PMDB-RJ), que resolveu fazer uma greve de fome para fugir das acusações de corrupção.

A postura de Garotinho- que sonha dia e noite com o PMDB lançando sua candidatura à presidência da República - coloca o partido em maus lençóis no Estado. Caso seus sonhos naufraguem, como tudo leva a crer, os Garotinhos têm algumas cartas na manga. Boatos circulam no Palácio Guanabara de que a governadora Rosinha voltará a Campos, sua cidade natal, para poder lançar o nome da filha mais ativa na política, a Clarissa Matheus, à Prefeitura Campos, em 2008.

O casal bota fé de que conseguirá eleger o senador Sérgio Cabral Filho (PMDB-RJ) ao governo estadual. Apesar de ele ter uma boa aceitação no Rio, alguns analistas políticos argumentam que Cabral Filho não terá munição suficiente para detonar a carga pesada deixada pelo casal Garotinho.

O PSDB também deverá ter um problema com a candidatura de Eduardo Paes (PSDB-RJ), pois o partido está, há muito tempo, sem representação na administração estadual. Existem até pessoas que acreditam que Eduardo é mesmo um forte candidato que pode ficar quatro anos sem mandato.

O quadro talvez só mude, caso o prefeito do Rio, César Maia (PFL-RJ) queira ajudá-lo. Mas este apoio não deverá acontecer - Maia pretende lançar um dos seus secretários mais forte: Eider Dantas (responsável pelas obras do município). O nome é razoável (apesar de pouco conhecido), mas o problema é o seguinte: o único nome forte, de verdade, na legenda, é o do próprio prefeito do Rio.

O nome do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) é um outro nome que vem crescendo no Estado. A questão é seCrivella conseguirá vencer a monitoração, de certa forma negativa para sua candidatura, do bispo da Igreja Universal, Edir Macedo, que tenta dissociar sua imagem da igreja, o que é ainda muito difícil.

Outro nome que está cogitado é o da juíza e deputada federal Denise Frossard (PPS-RJ), que representa uma forte esperança, cultivada pela sua competência profissional. Mas não deve ir muito longe no Estado. Motivo: a legenda não a ajuda. O PDT ainda não definiu sua situação na esfera fluminense. O nome mais forte da sigla é do ex-prefeito de Niterói Jorge Roberto da Silveira. Mas ele ainda não se posicionou dizendo que aceita ou não o encargo.

Além disso, é preciso lembrar também que a legenda está conversando (e não é de hoje) com o PPS para que juntos tenham um só nome à presidência da República. Se tal acordo firmar, o nome do candidato ao governo no Rio ficará sujeito a alterações. Tanto um partido como o outro, já tem (pelo menos teoricamente) nome próprio - Denise Frossard e Jorge Roberto.

E o PT? O partido buscou na figura tradicional do ex-deputado Vladimir Palmeira para sua reabilitação perante os eleitores fluminenses. Palmeira está incentivando a sigla a fazer coligações com o PSB e o PC do B para eleger senadores. Outro apoio que Vladimir costura com o PT é para lançar a deputada federal Jandira Feghali (PC do B-RJ) ao Senado, deixando de lado nomes como do senador Saturnino Braga (PT-RJ) que buscava a reeleição e da ex-ministra Benedita da Silva. Mas o cerne do PT é um só: conseguir vencer as dificuldades vividas pela legenda nas esferas nacional e estadual, convencendo aos eleitores que o Partido dos Trabalhadores ainda mantém erguida a bandeira da ética.

Copyright© 2006 - ASFUNRIO
Visualização Mínima 800x600 melhor visualizado em 1024 x 768
Gerenciado e Atualizado: Leonardo Lopes