A
informática na educação
Todos
nós já estamos ca recas de saber que, com
o advento da informática, todas as áreas
do conhecimento tiveram que se adaptar e se render à
era da globalização. Ou seja, “meter
a mão na massa” e buscar conhecimento amplo.
E a informática tornou-se uma eficaz ferramenta
capaz de conectar uma única pessoa ao mundo. Na
educação, não foi diferente. A nova
LBD (Leis de Diretrizes e Bases da Educação)
abre a perspectiva de um efetivo debate sobre o valor
da informática, principalmente no ensino médio.
O que queremos ensinar? A quem queremos ensinar? Quem
tem aptidão para ser profissional e quem tem interesse
em ser um bom usuário? Qual é o perfil do
professor que vai utilizar esse conhecimento em suas disciplinas
nas diversas conjunturas que convivem em nosso País?
Essas são as questões envolvidas na LBD.
Informática é mais que um conjunto de micros
é uma realidade que nos cerca em quase todos os
ambientes, independentemente da região.
Nas escolas, a informática está presente
em todas as áreas do conhecimento, e é indispensável
como ferramenta de pesquisa tanto para o aluno como para
o professor. Dentro desta perspectiva educacional, a LDB
procura através do PCN (Parâmetros Curriculares
Nacionais) ajustar algumas competências e habilidades
a serem desenvolvidas na informática:
1º) Reconhecer o papel da informática na organização
da vida sócio-cultural e na compreensão
da realidade, relacionando o manuseio do computador a
casos reais, ligados ao cotidiano do estudante, seja no
mundo do trabalho, no mundo da educação
ou na vida privada. 2º) Reconhecer a informática
como ferramenta para novas estratégias de aprendizagem,
capaz de construir de forma significativa para o processo
de construção do conhecimento, nas diversas
áreas. (PCN) Parâmetros Curriculares Nacionais
– Ensino Médio.
Desse modo, podemos entender que o estudo da informática
é imprescindível na educação,
na medida em que trás para dentro da sala de aula
uma compreensão mais ampla do problema de produção
de conhecimento, oferecendo ao aluno a sua inserção
no mundo da globalização.
Mário
Thurler é professor de História da rede
estadual e vice-presidente da Asfunrio