.

INSTITUCIONAL
Nossa História
Utilidade Pública
Associe-se já!
Fale conosco
Departamento Jurídico
Parcerias
Previ-Rio
Força Ativa
Moções e Diplomas
Artigos do Presidente
Links especiais

.

EDITORIAS
Primeira
Especial
Política
Economia
Cidade
Esporte
Internacional
Saúde
Cultura
Televisão
Astral
Livros
Fique Atento Servidor
Notícias Anteriores

Simon está na disputa

Quinta candidatura do PMDB foi articulada por senador petista


BRASÍLIA - O senador Pedro Simon (PMDB-RS), considerado ‘independente’ pelo partido, aceitou ontem disputar a presidência do Senado, na vaga deixada por Renan Calheiros (PMDB-AL) após a renúncia. A candidatura foi articulada pelo petista Eduardo Suplicy (SP), que ocupou a tribuna para defender a idéia e, depois, para dizer que o convite a Simon havia sido aceito.

O PMDB tem prioridade para comandar a Casa por ter a maior bancada. Quarta-feira já havia lançado oficialmente quatro nomes: Garibaldi Alves (RN), Leomar Quintanilha (TO), Neuto do Couto (SC) e Valter Pereira. O ex-presidente da República José Sarney (AP) vem recebendo vários apelos públicos — inclusive do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — para se candidatar, mas ontem reafirmou que descarta essa possibilidade. O partido quer definir um candidato de consenso até terça-feira, véspera da eleição.

A atuação de Suplicy para lançar a candidatura de Simon foi recebida com irritação pelo peemedebista Almeida Lima (SE), tradicional aliado de Renan, que acusou o petista de se meter no partido alheio. Ele argumentou que, se Suplicy pretende opinar sobre questões internas do PMDB, precisa se filiar ao partido antes.

Com o apoio de Cristovam Buarque (PDT-DF), Suplicy já havia colhido pelo menos 28 assinaturas de parlamentares governistas e da oposição em um documento para ser enviado à direção nacional do PMDB pedindo a indicação de Simon. Até o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), admitiu a possibilidade de apoiar o senador gaúcho: “É um bom nome. Entendemos que Pedro Simon projeta uma boa imagem para a sociedade”.

Apesar das repetidas negativas de Sarney, seu nome também ganhou força ontem como possível candidato. Ele, que já ocupou o cargo de 1995 a 1997 e de 2003 a 2005, é bem visto pelos governistas e pela oposição, mas argumenta: “Estou com 78 anos. Tenho que terminar minhas memórias e me dedicar ao Amapá. Se não escrever minhas memórias, eu morro e não escrevi”.

CONTRA ARQUIVAMENTO

Ontem o PSDB e o DEM apresentaram recurso contra o arquivamento dos processos contra Renan, determinado terça-feira pelo presidente do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha (PMDB-TO). O arquivamento foi feito por despacho, sem o consentimento dos demais integrantes do conselho. Para os democratas, a ação de Quintanilha foi “arbitrária” e “ilegal”.

O recurso foi apresentado ao próprio presidente do conselho. “Queremos que ele reconsidere a decisão ou que a submeta ao plenário”, afirmou o senador Demostenes Torres (DEM-GO).

Fonte: www.odia.com.br

Copyright© 2006 - ASFUNRIO
Visualização Mínima 800x600 melhor visualizado em 1024 x 768
Gerenciado e Atualizado: Leonardo Lopes